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Cavernas e Moradas

  • Foto do escritor: Malu Ogata
    Malu Ogata
  • 2 de nov. de 2021
  • 1 min de leitura

Entenda sua caverna, e a abrace com amor, para assim, conseguir entender que ela não é sua morada.

Cavernas são como uma habitação temporária. E cabe a nós o tempo da estadia.


Às vezes estamos tão acostumados a morar na nossa caverna que nem nós incomodamos mais, e acabamos adormecendo dentro dela.


Existem também os moradores lúcidos que correm freneticamente em várias direções, sem nenhum sentido.


E por fim os turistas que mesmo sendo quem são, ainda estão dentro da caverna.


Os turistas estão apenas de passagem para tirar uma foto e guardar com carinho em seu rolo de câmera. São esses que usam sua caverna para analisar e prosseguir para um caminho mais fluído.


Do mesmo jeito que um turista guarda suas fotos com carinho, guarde suas cavernas com amor, e volte quando quiser. Abra seu rolo de câmera, ou a visite.


Só não esqueça o caminho de volta. Fluir na energia de amor. Afinal, é ela que acorda os adormecidos. Guia os lúcidos e lembra os turistas.

 
 
 

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